Amanheceste chorando pelos que te não compreendem.
Amigos diletos rixaram contigo.
Nos mais amados, viste o retrato da ingratidão.
Aspiravas a desentranhar o carinho nos corações queridos,
com a pureza e a simplicidade da abelha que extrai o néctar
das flores sem alterá-las, e, porque não conseguiste, queres morrer...
Não te encarceres, porém, nos laços do desespero.
Afirmas-te à procura do amor, mas não te recordas
daqueles para quem o teu simples olhar seria assim
como o sorriso da estrela, descerrado nas trevas.
MEIMEI.
domingo, 10 de outubro de 2010
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